Como o esperado, esta semana que se encerrou, não trouxe nenhuma novidade sobre o verdadeiro inicio das campanhas eleitorais. Ficou ficada apenas nas majoritárias entre a movimentação dos candidatos Serra, Dilma e Marina. Ações de deputados tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro, foram quase nulas.
Desde o dia 07 de julho os candidatos estão aptos e autorizados a veicular propaganda eleitoral, por intermédio de impressos, internet, publicidade volante, ou outros meios que constam na lei. Mas nota-se que parece existir um consenso geral em ter o início marcado para 02 de agosto.
Até por questões de custo e de organização interna, os candidatos deverão agir assim. Isso corre nos bastidores das grandes campanhas do sudeste brasileiro.
Já as campanhas à Presidente da República estão a milhão por hora, debates marcados, adesivos pregados, slogans sendo fortemente divulgados e visitas em diversas captais ou grandes cidades, fazem com que ganhem volume e apareçam mais na mídia.
As campanhas de hoje tem orçamento gigante, embora as possibilidades de confecção de brindes e apresentação de artistas foram abolidas apos o ano de 2004. Mas esta proibição não diminuiu os custos, muito pelo contrario, migrou os valores a pessoas que trabalharão para candidatos, diretamente ou com dobradas em diversas cidades. Lideres de bairros, formadores de opinião, políticos fora do poder, vereadores e simpatizantes, podem comercializar seus apoios em troca de uma série de itens, entre eles dinheiro vivo.
Esse custo tem de ser computado no custo de uma campanha que acaba por determinar o custo do voto que hoje passa de 13,00 se divididos pelos valores declarados no TRE. Mas sabemos que não é isso.

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